Já um pouco mais calmo, segura-a nos braços e começa a correr em direção ao hospital, depois de algumas quadras, ele chega. O mesmo enfermeiro que lhe atendeu anteriormente atende-o, dessa vez, vendo que a mulher está sangrando, ele rapidamente dá o comando para os outros enfermeiros trazerem uma maca, alguns segundos depois eles chegam e colocam-na em cima da maca e levam-na para uma sala.
John é impedido de acompanha - lá, o enfermeiro chega até ele e pergunta:
-Outra?
-Acho que essa foi vitima de assalto, a encontrei na rua – diz ele com os olhos vermelhos de tanto chorar.
-Hummm....Interessante, duas só hoje hein, mas o senhor está bem?
-Sim, estou bem. Vou esperá-la aqui se não se incomoda, quando souber notícias, por favor, avise-me doutor - Diz ele limpando as lagrimas dos olhos.
-Tudo bem, avisarei.
O enfermeiro vai andando pelo corredor branco, várias pessoas passando, vários enfermeiros e enfermeiras carregando pessoas em macas, John se sente meio tonto e não quer acreditar que pode perder Helen.
Depois de 2 horas (as mais longas de sua vida, até onde John se lembra) o enfermeiro caminha até ele com um sorriso no rosto e diz contente:
-Ela não corre mais risco, a bala pegou no braço, mas não sei como ela desmaiou- Diz o enfermeiro confuso- Bom, mas o melhor é que ela vai ficar bem.
John ficou aliviado com a notícia que recebeu, pergunta ao enfermeiro:
-Posso vê-la agora?
-Sim, venha comigo.
Eles foram até o quarto dela, mas ela ainda permanecia inconsciente, então John voltou para a sala de espera e o enfermeiro foi tratar de outros pacientes que o aguardavam. John sentia cada vez mais um ódio pelos vampiros, só de pensar que poderia ter perdido Helen seu mundo parecia acabar, mas não procura vingança, não ainda, primeiro deseja encontrar seu pai se ele ainda estiver vivo, e acabar com essa guerra entre os lobisomens, então quem sabe... talvez se vingar.
Quando Helen acordou já estava de dia, John acordou no sofá da sala de espera e foi ao quarto de sua mulher para ver como ela estava, Helen já estava consciente.
-Helen! Como você está?
-Estou bem, o que houve?Só lembro-me de termos saído de uma luta.
-Descanse, não fale muito, você foi baleada, bala de prata contra nós é uma arma poderosa, tentei evitar, mas não foi possível, era pra eu estar no seu lugar agora- diz John abaixando a cabeça depois de um olhar triste.
-Pare com isso amor, vou ficar bem você vai ver, ai iremos nos vingar desses seres da noite, vem cá, me abraça forte, preciso apenas disso agora.
-Claro, quem seria eu se não te desse o que você precisa? Te darei as estrelas e o céu se você pedir, faço o que você quiser por você.
Ela sorri feliz por ter um homem que lhe ama, e por amar ele igualmente. Depois de olhar alguns segundos para ela, John se ajoelha ao pé da cama, olha-a nos olhos e diz:
-Não sei o que seria de mim se te perdesse, meu mundo simplesmente acabaria.
Então ela beija-o apaixonadamente e inocentemente... como se fosse o primeiro beijo.
Continua...
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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